Para divorciar na Dinamarca é necessário passar por terapia de casal

Quem já passou por um divórcio ou assistiu a alguma cena de novela ou filme num cenário desses sabe que na hora H sempre tem um juiz que pergunta algo do tipo: tem certeza de que é isso mesmo que você quer? Pensando bem, essa seria uma boa indagação para fazer casório, mas, enfim…

Por alguns poucos segundos, o magistrado parece mudar de profissão, passando a exercer o papel de psicólogo. Como é claro que a tal psicologia instantânea não funciona nesse momento tão delicado, o resultado é sempre o desfecho da relação.

Para evitar chegar a esse ponto, tem quem agora passou a ser obrigado a fazer terapia de casal na terceira semana que antecede a separação – calma, pode se separar à vontade aqui no Brasil porque a tal obrigação é na Dinamarca.

Segundo o jornal The Guardian, essa foi uma imposição do Governo e que ocorre por lá desde  abril deste ano. Isso aconteceu após a constatação de altos índices de divórcio no país. A proposta é tentar evitar o término da relação ou ao menos tornar a situação mais amigável possível entre os envolvidos.

De acordo com o jornal, a medida foi vista de forma positiva entre os cidadãos dinamarqueses. O processo não é tão complicado: a terapia pode ser feita por meio de um aplicativo e faz uma espécie de preparo para esse momento, de modo a evitar situações de conflito, violência, entre outros fatores que aqui no Brasil, por exemplo, estamos muito acostumados a presenciar.

Quem ganha com isso são os filhos, já que os pais acabam recebendo orientações sobre como lidar com essa mudança e aceitar a separação sem discussão, brigas, intrigas.

Taí, essa medida bem que poderia ser uma boa saída aqui no Brasil, mas nesse caso, a sugestão é que essa tal terapia começasse não no fim no casório e sim já nos três primeiros meses de união, sendo renovada a cada ano.

Ela descobriu tudo – prefiro a prisão a voltar pra casa

Ernesto tinha dois filhos pequenos, um de cada mãe, cada um morava em uma cidade distante. Ele nunca se preocupou muito em pagar a pensão alimentícia de suas proles, também, com os oito gatinhos que tinha que bancar da atual, não sobrava nem para o pastel de sexta-feira que ele adorava comer. Ai dele se não comprasse a ração indicada pelo veterinário dos bichotes, a mulher virava uma fera.

Mas, enfim, certo dia, uma das ex se irritou um pouquinho com o descaso do descasado e resolveu ir atrás dos seus direitos, ou melhor, da tal pensão do filhote. Embora o valor fosse irrisório, não chegando ao equivalente do alimento dos felinos + seus banhos no pet, a somatória foi recheada, já que totalizou quase dois anos e meio de deleixo.

Num belo dia, o Gurgel de Ernesto foi avistado por policiais. Documentos do carro em dia, quase estava liberado pelos servidores da PM, até se esbarrarem com uma inconsistência no documento do rapaz. Seu CPF já constava na lista dos procurados. Pois é, pensão alimentícia é um dos poucos casos que realmente o cara pega cana. E logo foi Ernesto para a delegacia, rumo ao xilindró.

Nessas horas não tem jeito, por mais cara de pau que seja o cara, a família sempre dá um jeitinho e arruma um “dotô” para fazer sua defesa – foi o que ocorreu. Dos quase cinco mil reais de dívida com o filho financeiramente abandonado, soma-se mais três da ida da “dotora adévogada” para livrar o cara da masmorra – ou seja, do dia pra noite o moçoilo ganhou uma boa conta.

Mas vamos lá: na hora em que o meliante foi levado, deixou seus pertences no trabalho, já que o carro estava parado em frente ao estabelecimento. No fim da tarde, sua atual foi buscar as coisas, que incluía seu celular des-blo-que-a-do.

Quando o detento descobriu quem tinha ido buscar seu aparelho quase que teve um in-far-to e já estava achando que o xadrez era o melhor lugar para passar os próximos dias, meses, anos…

Vamos lá, parte 2: logo que a esposa pegou o aparelho, um sinalzinho de mensagem não parava de tocar. Curiosa, foi ver do que se tratava. A partir daí não parou mais de fuçar o telefone do até então marido. Em menos de três horas descobriu que o cara tinha no mínimo seis amantes. Falou com todas, primeiro se passando por ele e depois contou para as lindezas que o cara não valia sequer aquele pastelzinho de queijo que tanto amava. Depois, cansou de ver tanta bizarrice e partiu para a ação. Juntou todas as roupas, sapatos e cacarecos do bonitão e jogou tudinho na calçada. Num momento pensou atear fogo em tudo, mas como boa pessoa que é colocou tudo na frente de casa com uma plaquinha: doação, pode levar o que quiser. Não sobrou nada, nadinha.

Enquanto isso, a advogada tratava de cuidar da soltura do rapaz, até que conseguiu. O cara já estava de banho tomado, uniformizado e decidindo com os outros “amigos” de cela quem iria dormir com quem, até que saiu a sua liberação. Nunca uma cena dessas foi vista na cadeia. O cara colocou a mão na cabeça e disse: tenho que ir mesmo, chefia? O senhor não sabe o que me espera.

Mas ele sabia muito bem. Logo que chegou na porta de casa, percebeu que as fechaduras estavam trocadas e viu um papel pendurado com uma marca do batom cor-de-rosa que a esposa usava para ocasiões especiais. O papel era uma notificação judicial. Lembra daquele segundo filho que nunca recebeu um centavinho do pai? A mãe resolveu cobrar…

 

Mensagem de voz foi o estopim para a descoberta de uma traição

Nesta semana, alguns jornais publicaram a história de Crystal, uma americana que contou como fez apara descobrir a traição do marido.

A chamadinha para o texto  era “Mulher revela como descobriu traição do marido através de mensagem de voz”.

A jovem fez o que grande parte faz quando desconfia de que algo está errado no relacionamento: usou da tecnologia como sua aliada – o interessante no caso foi como ela chegou até a outra…

Depois de rastrear a vida do então marido, agora ex, no aparelho celular do rapaz, Crys passou a ir atrás do pivô da situação.

Em depoimento em um site de relacionamento, o Love What Matters, ela disse que quando tinha 25 anos passou a suspeitar da fidelidade do marido e decidiu ir atrás de informações que pudessem leva-la a alguma pista. Segundo ela não foi tão fácil fazer essa pesquisa, já que o esposo trabalhava temporariamente em outro estado.

Ela conta ainda que chegou a comentar ao amado sobre sua insegurança e que, para sua decepção, ele sugeriu que se distanciassem um pouquinho – uma espécie de férias conjugais para que ela esfriasse a cabeça. “Ele cobriu bem seus rastros e disse que eu estava louca. Eu me senti uma completa lunática”, disse a moça.

Que férias, que nada! Ao que parece, foi depois dessa sugestão esfarrapada do bonitão que a americana resolveu tirar tudo a limpo e começou a buscar mais evidências de que havia algo estranho no ar.

“Eu me levantei do chão em que fiquei presa por horas, paralisada pela dor emocional, e decidi que aquele era o dia em que eu teria uma resposta”, revela.

Como ela já havia pesquisado os registros telefônicos dele e guardado alguns contatos suspeitos, resolveu ligar para um número que parecia ser bastante familiar para o ex, já que havia muitas ligações. Bingo: a saudação de recado era a voz de uma mulher.

Sem esperar molhar o bico, ela já questionou ao rapaz quem era a sirigaita. Numa resposta mais sem sentido do planeta, ele disse se tratar de um número de um amigo que usava o celular da ex-mulher e não tinha trocado a mensagem. Aff, Jésuis!!!

“Não é preciso ser um gênio para saber que isso é besteira”, disse a moça, que está completa de razão.

A partir daí, ela passou a procurar na internet de quem era aquele número e, após vasculhar vários sites, descobriu o nome completo da teúda – daí pras redes sociais foi um pulinho. Logo descobriu seu perfil no Facebook.

Nem foi tão difícil comprovar que o cara era um traíra: a foto principal da conta era de um casal apaixonado – não preciso dizer quem estava lá, todo bonitinho, agarradinho na imagem.

“A raiva correu atrás de mim, mas ao mesmo tempo, eu estava entorpecida. Lá estava a prova que eu implorei ao homem que deveria ser meu para sempre. Era tudo uma mentira. Finalmente, eu entendi a verdade”, desabafa.

Na mesma hora, ela pegou o telefone e ligou para o número da tal mulher do Face. “Anteriormente, quando eu ligava, ela não atendia. Desta vez, ela atendeu depois de dois toques. Eu estava tremendo, suando e não tinha certeza do que iria dizer”, aponta. Na ligação, ela questionou: “Quem é você? Por que está com o meu marido?”.

A mulher não entendeu do que se tratava, perguntando quem era, até que a americana traída explicou o caso. Perplexa, a outra disse não saber que ele era um homem casado.

“Ele havia dito que eu era a ‘ex-namorada maluca’. Outro golpe no estômago. Eu não podia acreditar que essa mulher achasse que eu estava mentindo”, disse a moça.

“Enviei-lhe nossas fotos casamento penduradas na parede e de suas roupas no nosso armário. Eu queria ter certeza de que ela soubesse quem eu era e o que ela tinha feito. Eu também queria ter certeza de que não havia como ele criar outra história para ela sobre mim”, relata.

Depois de desvendar tudo e contar para a mulher quem era, de fato, o cara da foto que ela fazia questão de postar de rosto coladinho ao dela no facebook, a americana ligou para o traíra, que se fez de desentendido. Mas dessa vez ele se deu mal.

Ela apenas se limitou a dizer: “Estou me divorciando de você. Acabou”. Três dias depois, ela encontrou seu advogado e pediu o divórcio.

Segundo a jovem, não foi fácil segurar essa barra, mas aos poucos foi ganhando forças e deu a volta por cima.

De acordo com o site de relacionamento, ela fez uma lista de coisas que queria fazer e, com isso, iniciou uma nova fase da vida. “Comecei a correr e decidi treinar para uma meia maratona, algo que nunca havia feito antes. Eu encontrei alegria, confiança e um sentimento de realização através disso. Corri, fui mergulhar – e até saltei de paraquedas, disse.

É isso aí, moça, vai viver a sua vida e ser bem feliz. Você e outras tantas americanas, brasileiras, italianas, mexicanas…merecem dar um chega pra lá em babacas como esse aí.

Quer uma dica nossa? Pega uma fotinho dele que restou no seu armário, conte até dez, olha bem pra cara dele, corta em picadinho e fala: fulano, pra mim você morreu! 😊

 

(Com informações do Jornal O Dia)

Ela tenta, a todo custo, trair o marido e não consegue, mas…

Essa é a história de J.A.C.B, assim quer que seja mencionada, imposição sua, já que não queria ter um nome qualquer descrito que não fosse o seu, mas não poderia explicitar de quem se tratava. E como sempre sonhou em ter suas iniciais – que herdou do marido – em um texto de revista feminina sobre comportamento, eis que será tratada desse modo, no caso, aqui em nosso blog.

J. estava casada. Essa novela já durava mais de cinco anos, entre alguns intervalos. Nunca havia traído o esposo, embora merecesse, segundo ela.

A. sentia uma necessidade imensa em atraiçoar o amado. Há muito que não via uma atitude romântica dele, uma surpresa, um carinho especial, um regalo, uma regalia sequer e, pior, descobriu que o cara era infiel. Decidiu então acabar o relacionamento, mas antes precisava dar o troco.

Seriam só mais cinco meses de junção, tempo suficiente para se divertir bastante por aí. Pra quem nunca o havia traído, B. só pensava agora nos momentos em que estaria nos braços de outros.

Mas, por onde começar? Como o tempo era curto, resolveu resgatar seus casos antigos, seria mais fácil reencontrá-los…Nisso, a tecnologia ajudou bastante. Pronto, pelo menos três deles já faziam parte de seu cotidiano de conversas virtuais.

Marcou com um dos seus ex. Nesse dia, J. estava radiante, ria à toa, nem ligou pro marido grosseiro e mal humorado.“É hoje”, pensava ela, com um largo sorriso estampado no rosto.

Pronto. Combinado. Os dois sairiam após o expediente do trabalho. As horas pareciam voar naquele dia, então ela adiantou tudo como pôde. Sem que seu chefe percebesse, fez as unhas, dos pés e das mãos no meio do trabalho – nem viu que derrubou quase metade do esmalte vermelho na nota fiscal do cliente mais exigente -, arrumou o cabelo lá mesmo também e não saía da conversa eletrônica com o rapaz. Estava numa alegria que só – tudo pra ter o gostinho da vingança.

A sensação era maior ainda por saber que quem a levaria até o encontro seria o próprio marido, que a buscava diariamente de moto no trabalho.

Nesse dia, inventou uma desculpa de que teria que ir até a filial da empresa. Então, ele a levou até um pseudoendereço, próximo a um shopping, perto do barzinho, local marcado com o ex.

A sensação que ela tinha era de que o mundo inteiro a sua volta a estava olhando sabendo o que faria nas próximas horas e, melhor, que todos a apoiavam – era sorriso para todos os lados. Sua impressão era de que quando beijasse o cara apareceriam no céu mais fogos de artifício que os queimados no Réveillon de Copacabana.

Descabelada e cheirando a peça de moto queimada, assim que o marido a deixou, a moça tirou da bolsa seu kit de encontro secreto, com direito a maquiagem, vestido colado e exuberante, lingerie nova e tudo mais.

Antes mesmo de chegar ao shopping, teve que despistar a cunhada, que justamente naquele dia resolveu sair às compras e a encontrou sem querer na rua, não foi fácil enrolar a irmã do marido, mas conseguiu.

A ideia era justamente chegar antes do antigo namorado para se arrumar, quando, de repente, o celular dela toca e era o tal ex. “OI J. ‘inha’, tudo bem? Já chegou”?, perguntou ele. “Estou chegando”, disse ela. “Ok eu vim mais cedo e estou no shop…”. Mal ele disse onde estava para ela se deparar de frente com ele – que, por sua sorte, não a viu. De cara lavada, cheirando à esposa de motoboy, calça jeans e camiseta com a logomarca da empresa, não poderia aparecer desse jeito.

J. deu meia volta e foi parar no outro lado do shopping, pra se transformar na musa que o rapaz esperava ver. Parecia uma adolescente à espera do namorado. Bala de hortelã na boca, cabelo jogado pra um lado, jogado pro outro, como se fosse sua primeira vez…

Se encontraram e a sensação da traição aumentava, era uma alegria que só. Ela não estava em busca de uma paixão – o que queria era apenas beijar o cara e ir pra cama com ele, só. Nada de sentimentos.

Só o que ela não sabia é que ele não poderia fazer nada naquela noite, já que havia infartado há poucos dias e não podia sentir fortes emoções. Ou seja, toda aquela produção, alegria contagiante do dia foi por água abaixo – restou beber umas três taças de vinho, comer uns petiscos, remoer o passado, receber um buquê lindo de flores e voltar para o endereço combinado à espera do marido, naquela moto poluente e barulhenta! Mas nem um beijinho? Nada, segundo recomendações médicas, jejum total!

Num primeiro momento, ela chegou a achar que tudo não passava de desculpas do moço. Baixou aquela sensação de, os anos passaram, eu devo estar horrível, velha e chata!

Enfim, ao ser deixada pelo ex-infartado, A. deu conta de tomar um café num bar de quinta pra tirar o cheiro do vinho, voltar ao seu uniforme, jogar no lixo as lindas rosas e esperar pelo “maridão” que, pra sua raiva aumentar mais ainda, estava feliz da via, cantante e sorridente.

Plano B – resgatar o lindo dos olhos azuis. Nas redes sociais marcou um novo encontro num outro “trabalho até mais tarde na filial”. Lá vai o atual levar a esposa para o tal endereço pra ela ir para o tal shopping, vestir a tal roupa e esperar o tal cara.

Mal ela sabia que aquele homem meigo, lindo e fofo havia se transformado em um paranoico. O homem passou a ter uma espécie de tique, virando todo o rosto para o lado direito cinco vezes consecutivas em intervalos de um minuto e meio e a cada água que bebia abria uma bolsinha que mais parecia uma farmácia para tomar cinco comprimidos, um de cada cor, de uma única vez.

Nem mesmo aquela sensação de estar cada vez mais próxima da traição a manteve nos eixos. Pediu um minuto para ir ao banheiro e não voltou mais naquele boteco. Bloqueou o contato com o psicopata e partiu em busca do plano C.

Os dias passavam e nada de trair o desgraçado. Mais uma tentativa. Dessa vez com o professor de educação física que havia saído algumas vezes no passado.

O encontro foi marcado em outro local, num sábado, dessa vez na casa do rapaz, num lugar afastado. Tudo bem, o marido tinha um curso no final de semana. Então, a vingança seria melhor ainda. Ela não só passaria algumas horas com o “saradão” da academia, e sim uma noite inteira. Seria uma vingança e tanto!

Chegou ao local. No lugar do portão, um cercado velho de madeira e alguns cachorros, que faziam a vez da campainha. Era uma chácara, fruto do dinheiro que recebeu em sua aposentadoria por tempo de serviço. Já não mais tão forte como tempos atrás, barriga saliente, barba por fazer e um andar mais calmo, sereno, de-va-gar, ele apareceu para recepcionar a ex.

Uma coisa não podia negar, virou um cozinheiro de mão cheia, mas não era bolo, torta ou seja lá o que fosse que ela queria naquele dia, ela só queria poder trair o marido – transar com outro cara, só isso!

A conversa até que estava boa, ele era um cara de bom papo, mas não tinha vingança que a faria tirar a roupa e ir pra cama com aquele que mais parecia o papai Noel despido pós longa entrega de presentes e que não parava de tossir.

Pra quem sonhou passar a noite em claro com o mister músculo, não conseguiu pregar olho por outra razão, já que praticamente teve que dividir sua rede com as galinhas, gatos, cães e sapos, pererecas, muriçocas…

O tempo foi passando e nada dela conseguir as tais transas, sequer uma, até que teve a ideia de colocar um anúncio em um site de relacionamento que precisava trair o marido em curto espaço de tempo.

Mais uma esperança à vista. Dessa vez era um cara que se dizia bonito, inteligente, safado, casado, entre outros atributos de quem também queria aproveitar uns momentos de prazer. O cara não apareceu, ou até mesmo apareceu e resolveu desaparecer.

Mesmo sem alcançar seu objetivo J. decidiu sair de casa. Mudou de apartamento. Seu vizinho de frente era o cara mais lindo do mundo. O primeiro beijo levou três meses pra acontecer, a primeira transa cinco minutos após. Estão juntos há dois anos, felizes da vida, e essa foi a sua melhor vingança.

 

(Imagem ilustrativa)