Homem confunde carro na porta de motel com o da esposa, coloca fogo e ainda deixa seu contato

 

Parece até história de filme, ou conto de livro de casos inusitados de amor, ou melhor, de loucuras de “amor”, mas não, é a pura verdade, o que mostra o quanto tem gente muito maluca e neurótica nesse mundo.

Olha o que um marido ciumento – e um tanto quanto muito doido – fez na cidade de Itumbiara, no Sul de Goiás:

Ao passar em frente a um motel,  o cara se deparou com um carro parecido com o de sua esposa e, sem pensar duas vezes, ateou fogo no veículo imaginando se tratar do auto da esposa. Simples assim!!! Ó mai Gói!!!

Logo que percebeu o erro cometido, o homem deixou um bilhete com seu telefone de contato na recepção do estabelecimento para que fosse entregue à vítima para tentar resolver a situação.

O caso teve repercussão na mídia . De acordo com o portal G1, a mulher que estava no motel – e que não tinha nada a ver com o criador da confusão – informou que o veículo pertencia à mãe dela, ou seja, mais confusão ainda!!!

Após ser localizado, o homem que colocou fogo no carro disse que vai arcar com os prejuízos. “Aquilo lá aconteceu por engano. Já estou organizando para pagar. Ela não pode ficar no prejuízo e a gente é homem e tem que ser certo nesse negócio”, afirmou, sem se identificar, no G1.

Sobre a verdadeira esposa, nada foi citado na reportagem, mas, é claro que as redes sociais já se manifestaram quanto a isso também. Veja alguns comentários:

 

“Ai, meu Deus!! Depois dessa, se eu fosse a esposa pediria o divórcio. O cara é um psicótico violento. Aff”

“Consciência pesada dele. Talvez ele apronta e fica vendo bichinho”

“Agora vai perder a esposa e ainda ter que pagar outro carro. Muita fraqueza e falta de confiança”

“As pessoas estão loucas. O ciúme tira totalmente a razão e a capacidade de discernimento”

 

(Com informações do Portal G1)

A viagem de Ruth – Tudo começou numa Copa do Mundo

 

Copa do Mundo. Brasil e sei lá quem. Isso não importava muito para Ruth e sim que assistir à final dessa disputa num lugar cheio de gente (homem) poderia dar sorte, não necessariamente para a seleção, mas para ela. E deu, pelo menos naquele dia.

Ruth conheceu Pedro. Loiro, alto, lindo, envolvente. De repente, minutos antes da marcação de um pênalti em cima do Brasil, um beijo roubado. Apesar da derrota, a noite foi boa, os dias seguintes também. Por coincidência, a bela trabalhava na mesma empresa que Pedro, ela na biblioteca e ele na área de Tecnologia da Informação.

Passaram a se esbarrar pelos corredores e o calor aumentava cada vez mais. Ele, que nem era tão adepto à literatura, passou a se interessar por alguns livros disponíveis para empréstimo. E, por coincidência, o computador dela começou a falhar constantemente.

Pedro e Ruth saíram algumas vezes, isso quando o rapaz não desmarcava o compromisso amoroso em cima da hora.

Numa noite, durante o fim de uma festa no apartamento de uma amiga em comum, Pedro ficou de levar Ruth para casa, mas antes levaria um amigo embora. Pediu então que ela o esperasse na portaria do prédio, que logo voltaria. Não foi o que aconteceu. Ele não voltou. Ela deu o troco na mesma hora. Subiu novamente no apartamento da amiga, já que ainda havia algumas pessoas, e acabou transando lá mesmo com o chefe do sumido, que era casado e simplesmente o vice-presidente da empresa, diga-se de passagem, de um renomado banco.

O cara tinha mesmo o dom de marcar e desmarcar seus programas com a bela. Mas Ruth, moça de bom coração, perdoou os bolos que levou de Pedro e, para se restabelecer com o difícil rapaz, propôs uma viagem. Tudo marcado. Ruth já estava na porta de casa, de malas prontas, ansiosa para pegar estrada com o bonitão, que não apareceu, novamente.

A jovem quase enlouqueceu, mas aceitou, mais uma vez, o pedido de desculpas e o convite para passarem dois dias em um chalé numa cidade distante. Dessa vez deu tudo certo, pelo menos Pedro havia aparecido, o que já era um bom sinal. Durante a viagem, a conversa estava ótima e tudo era motivo de uma paradinha em algum posto qualquer, para aquecer um pouco mais o final de semana que estava por vir, afinal de contas, desde aquela partida desastrosa do Brasil, não foram além de muitos beijos e calientes amassos, ou seja, nada de sexo.

Eis que surge o tal lugar deserto e paradisíaco. Ruth provocava intensamente Pedro, que a essas alturas já estava totalmente entregue, aos braços da morena, esquecida por ele em algumas ocasiões. Deixa pra lá essa parte…

Além de sensual, bonita e inteligente, Ruth era muito criativa. Em sua primeira noite com aquele deus grego, nada poderia falhar, também pudera, ela esperou tanto tempo por isso…

Os dois se beijaram e se entrelaçaram um no outro. O quarto pegava fogo. Ruth resolveu realizar todas suas fantasias com Pedro – e ele topou.

Quarto escuro com uma pequena luz de lamparina acesa, vinho, frutas, tudo de bom. Num silêncio um pouco mais profundo, dava até para ouvir o barulho das ondas do mar.

Calma. Depois de tanta espera, as coisas não poderiam acontecer assim, tão rapidamente. Ruth queria curtir e deixar Pedro cada vez mais excitado. Corpos nus, sensualidade à flor da pele. Para apimentar mais a relação, uma proposta “inesperada”, um fetiche. Êxtase total de ambas as partes. Ruth mostrava seus dotes de dançarina do ventre, enquanto ele se deliciava ao olhar para aquelas curvas que deslizavam suavemente de um lado para o outro. Pausa para champagne, que Ruth foi buscar na sala ao lado.

Ao som de música sensual, o clima ficava cada vez mais romântico e uma voz sedutora tomou conta do ambiente, numa gravação que dizia:

_ Me espera aí, lindo! Se eu demorar, vai ver se eu tô na esquina, ou melhor, naquele prédio que você me deixou te esperando… lembra? Nossa, sem querer eu trouxe suas roupas, que pena, já peguei a estrada! Divirta-se.

O rapaz nada podia fazer, já que aceitou a ideia fascinante de ser amarrado, “só por um instante”, pela amada.

Pedro ficou furioso. Levou um tempão para engolir aquele sapo indigesto, mas depois de alguns meses o casal se reencontrou sem querer, num barzinho e a transa foi muito boa, mas não passou de uma noite de verão.

“Volta, Saulo, te amo” – mas ele não voltou!!!

 

Se fosse o Claudio, o Ronaldo, o Alex, o Marquinhos até, faixas de amor com esses nomes não chamariam tanto a atenção de pessoas que circulam e trabalham em um bairro de Santos, litoral paulista.

Ocorre que o citado era o Saulo, denominação um tanto incomum, não é mesmo? Daí, facinho de encontrar o dito cujo e os amigos aproveitarem a “deixa” pra fazer “bullying” com o rapaz.

Bem, mas vamos para os fatos: uma moça apaixonada, pelo Saulo, claro, mas de amor não correspondido, resolveu aproveitar o Dia dos Namorados para ver se amolecia o coração do moço – ou esquentava, não sei exatamente o grau de intensidade dessa paixão, enfim…

A amada resolveu então espalhar faixas com a frase “Saulo, volta…te amo” – tudo em caixa alta e vermelho paixão pra deixar a mensagem bem visível mesmo. Tudo indica que o material foi espalhado por onde o ex passaria, até chegar em seu local de trabalho. Para isso, a dona da ação certamente trabalhou duro durante toda a madrugada na instalação de tudo.

Uma equipe de “reportagem investigativa de casos inusitados de amor” chegou até o dito cujo, um quarentão, que não quis muita conversa. Sim, ele não gostou nem um pouco da atitude da apaixonada e até retirou um dos materiais deixado próximo ao seu trabalho.

Em declaração à reportagem (no caso, o G1 local), ele disse que a situação estava complicada e que não haveria chances de reatar o namoro. “Antes de colocar essas faixas, após o nosso término, ela chegou a enviar várias mensagens por meio das redes sociais. Depois disso, bloqueei ela de todas as páginas. Ela não tem mais contato, porque está bloqueada”.

A moça do coração partido não foi encontrada, mas a gente deixa um recado aqui pra ela. Vai ser feliz, menina!

 

(Foto: Reprodução G1)

 

Neste Dia dos Namorados, homem declara seu amor à parceira: sua moto…

 

O bom de se relacionar com homem que gosta de moto é que você pode ficar tranquila, porque se estiver passando uma mulher “bem apessoada” na rua e, do outro lado, uma potente duas rodas, com certeza o amado vai esticar o pescoço para olhar a máquina de tanque, não a de peitos fartos.

A paixão de certos marmanjos por motos é grande e algumas situações causam estranheza. Nesta semana em que se comemora o Dia dos Namorados, ao questionar um rapaz sobre sua namorada, ele apontou para a motocicleta e, numa demonstração de carinho e afeto, disse que ela era a sua mais recente companhia, o que me fez deduzir, pelo seu semblante, que a bela de carne e osso provavelmente não tinha seguro e… foi levada por algum bandido apaixonante.

Suas justificativas em prol da nova “amada” foram tão profundamente explanadas que cheguei quase a acreditar numa relação homem-máquina, mas sabia que, no fundo, não passava de lamento sobre algo mal resolvido de um passado presente.

Ao apontar para a sua possante, o moço argumentou: “Ela, sim merece flores nesta data! Não é ciumenta e me dá menos despesa”. A próxima explicação foi rigidamente a mais encorpada na articulação das palavras: “Ela não me trai!”.

Pausa.

“Então, você foi traído?”, perguntei. “Claro que não!”, respondeu ele, e continuou a tentar me convencer de que havia feito a melhor escolha: “Ela me acompanha para aonde eu for, não me deixa na mão, não fica de TPM nunca e, o melhor, é afrodisíaca”, disse o rapaz, apontando para o emblema da sua BMW, insinuando que nós, mulheres, somos interesseiras, vê se pode!

O papo acabou e ele foi embora, depois de uma sessão de fotos, um tanto quanto românticas, entre ele e, digamos, ela.

Após o diálogo com o rapaz, mais tarde, fui a uma reunião espiritual oriental. Lá, uma palestrante relatava um “case” de sucesso de sua vida em torno do seu incômodo com algumas lagartas que adentravam em sua cozinha. Ela disse que certo dia resolveu conversar com duas delas, pedindo para que deixassem de visitar sua casa e que, por espanto, nunca mais apareceu uma lagartinha sequer em seu lar – foram namorar em outros ares!

Pra fechar aquela noite, um jovem me disse, em poucas palavras, que não gostava de falar com gente, porque tinha medo da reação das pessoas… Confesso que terminei o dia confusa! Acho que vou me casar com o meu papagaio! Ele só fala o que eu quero ouvir, está sempre de bom-humor, tem asas – mesmo assim nunca pensou em voar para outros ares, não tem conta no facebook, sem contar que tem um belo par de íris cor de mel.

No mais, feliz Dia dos Namorados a todos os casais apaixonados