Miniconto: A espiã solitária

 

Gil, a vizinha, espiava a movimentação da rua, colhia as folhas da calçada e sempre dava um jeito de por mais lenha na briga do casal da frente, depois surgia, no rescaldo, apinhada de bondade e um pratinho de bom grado – o tal prato era simpatia pra arrumar marido, mas o ritual nunca vingou…

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