Mensagem de voz foi o estopim para a descoberta de uma traição

Nesta semana, alguns jornais publicaram a história de Crystal, uma americana que contou como fez apara descobrir a traição do marido.

A chamadinha para o texto  era “Mulher revela como descobriu traição do marido através de mensagem de voz”.

A jovem fez o que grande parte faz quando desconfia de que algo está errado no relacionamento: usou da tecnologia como sua aliada – o interessante no caso foi como ela chegou até a outra…

Depois de rastrear a vida do então marido, agora ex, no aparelho celular do rapaz, Crys passou a ir atrás do pivô da situação.

Em depoimento em um site de relacionamento, o Love What Matters, ela disse que quando tinha 25 anos passou a suspeitar da fidelidade do marido e decidiu ir atrás de informações que pudessem leva-la a alguma pista. Segundo ela não foi tão fácil fazer essa pesquisa, já que o esposo trabalhava temporariamente em outro estado.

Ela conta ainda que chegou a comentar ao amado sobre sua insegurança e que, para sua decepção, ele sugeriu que se distanciassem um pouquinho – uma espécie de férias conjugais para que ela esfriasse a cabeça. “Ele cobriu bem seus rastros e disse que eu estava louca. Eu me senti uma completa lunática”, disse a moça.

Que férias, que nada! Ao que parece, foi depois dessa sugestão esfarrapada do bonitão que a americana resolveu tirar tudo a limpo e começou a buscar mais evidências de que havia algo estranho no ar.

“Eu me levantei do chão em que fiquei presa por horas, paralisada pela dor emocional, e decidi que aquele era o dia em que eu teria uma resposta”, revela.

Como ela já havia pesquisado os registros telefônicos dele e guardado alguns contatos suspeitos, resolveu ligar para um número que parecia ser bastante familiar para o ex, já que havia muitas ligações. Bingo: a saudação de recado era a voz de uma mulher.

Sem esperar molhar o bico, ela já questionou ao rapaz quem era a sirigaita. Numa resposta mais sem sentido do planeta, ele disse se tratar de um número de um amigo que usava o celular da ex-mulher e não tinha trocado a mensagem. Aff, Jésuis!!!

“Não é preciso ser um gênio para saber que isso é besteira”, disse a moça, que está completa de razão.

A partir daí, ela passou a procurar na internet de quem era aquele número e, após vasculhar vários sites, descobriu o nome completo da teúda – daí pras redes sociais foi um pulinho. Logo descobriu seu perfil no Facebook.

Nem foi tão difícil comprovar que o cara era um traíra: a foto principal da conta era de um casal apaixonado – não preciso dizer quem estava lá, todo bonitinho, agarradinho na imagem.

“A raiva correu atrás de mim, mas ao mesmo tempo, eu estava entorpecida. Lá estava a prova que eu implorei ao homem que deveria ser meu para sempre. Era tudo uma mentira. Finalmente, eu entendi a verdade”, desabafa.

Na mesma hora, ela pegou o telefone e ligou para o número da tal mulher do Face. “Anteriormente, quando eu ligava, ela não atendia. Desta vez, ela atendeu depois de dois toques. Eu estava tremendo, suando e não tinha certeza do que iria dizer”, aponta. Na ligação, ela questionou: “Quem é você? Por que está com o meu marido?”.

A mulher não entendeu do que se tratava, perguntando quem era, até que a americana traída explicou o caso. Perplexa, a outra disse não saber que ele era um homem casado.

“Ele havia dito que eu era a ‘ex-namorada maluca’. Outro golpe no estômago. Eu não podia acreditar que essa mulher achasse que eu estava mentindo”, disse a moça.

“Enviei-lhe nossas fotos casamento penduradas na parede e de suas roupas no nosso armário. Eu queria ter certeza de que ela soubesse quem eu era e o que ela tinha feito. Eu também queria ter certeza de que não havia como ele criar outra história para ela sobre mim”, relata.

Depois de desvendar tudo e contar para a mulher quem era, de fato, o cara da foto que ela fazia questão de postar de rosto coladinho ao dela no facebook, a americana ligou para o traíra, que se fez de desentendido. Mas dessa vez ele se deu mal.

Ela apenas se limitou a dizer: “Estou me divorciando de você. Acabou”. Três dias depois, ela encontrou seu advogado e pediu o divórcio.

Segundo a jovem, não foi fácil segurar essa barra, mas aos poucos foi ganhando forças e deu a volta por cima.

De acordo com o site de relacionamento, ela fez uma lista de coisas que queria fazer e, com isso, iniciou uma nova fase da vida. “Comecei a correr e decidi treinar para uma meia maratona, algo que nunca havia feito antes. Eu encontrei alegria, confiança e um sentimento de realização através disso. Corri, fui mergulhar – e até saltei de paraquedas, disse.

É isso aí, moça, vai viver a sua vida e ser bem feliz. Você e outras tantas americanas, brasileiras, italianas, mexicanas…merecem dar um chega pra lá em babacas como esse aí.

Quer uma dica nossa? Pega uma fotinho dele que restou no seu armário, conte até dez, olha bem pra cara dele, corta em picadinho e fala: fulano, pra mim você morreu! 😊

 

(Com informações do Jornal O Dia)

Se fez de sequestrado pra fugir do casamento? É a vida imitando as loucuras da ficção? Ou a ficção retratando os loucos vivos?

Vi hoje uma notícia que muito me chamou a atenção. Claro que chamou a atenção, afinal de contas, tudo o que tem a ver com confusões amorosas me chama atenção, será por quê? E a partir do momento que tomo ciência dos fatos, logo fico atenta para saber até que ponto vai a criatividade do ser humano nesse quesito e se a vida imita a ficção, no caso, os meus personagens um tanto quanto mentalmente diferenciados de pessoas consideradas “normais” no seu estado de espírito, corpo e alma.

Mas, voltando para o fato, que, aliás, ocorreu no interior paulista, essa história que contarei me fez lembrar outras duas já narradas por mim no livro Pra mim você morreu! Calma, não escrevi tudo até aqui para propagar o meu “livreco”, mas, de fato, não tive como não comparar.

O caso é o seguinte: um homem desaparece do mapa um dia antes do seu casamento. A noiva, coitadinha, preocupada, foi até a delegacia, imaginando se tratar de um sequestro, ao que, na verdade, descobriu que tudo não passava de uma farsa do “amado amado”, hoje, certamente, “odiado amado”! Mas, ok, tudo bem, sentimentos à parte, vamos desenrolar a coisa.

O cara se fazia de “gente importante” para atrair a mulherada com seu golpe de homem culto, rico… Ora se intitulava ex-magistrado, ora diplomata, ora embaixador da ONU. A mulher gamou, caiu no conto do safado. Não se sabe se o cara era do tipo bonitão, boa pinta, mas o fato é que a moça se apaixonou e se casaria com ele.

Por se tratar de um cara “ilustre” ou seja lá a denominação que for, a família da noiva, seguindo as tradições, como manda o figurino, o cenário, o bolo, a igreja, o espaço da cerimônia, bancou tudo. Ao que consta, o rapaz desviava toda a grana do evento, sem que ela percebesse. Resumo da ópera: o sem-vergonha escafedeu-se e a moça está desolada – e agora um pouco menos rica – ou mais pobre – do que era.

Esse quase enlace me fez lembrar da Juraceia e das univitelinas Ellen e Kika em “O casamento de Juraceia” e ”Cisne Branco”. São duas histórias diferentes, que têm como propósito casamento.

Seria uma heresia comparar a Jura com o canastrão fujão, mas seus pensamentos e ações foram bem maquiavélicos também. Seu noivo, um cara que não dava mínima para ela, se deu mal. Pagou pela festa, vestido, viagem de lua de mel para Paris, mas, não sou eu quem está dizendo e sim Ceia (me tornei tão íntima dela que posso chama-la assim), “aqui se faz, meu camarada”!!! Já as irmãs Ellen e Kika guardaram um segredo para o resto de suas vidas antes, durante e após o casamento de uma das duas, fruto de um desejo vingativo e latente de alguns anos atrás de uma delas. Posso adiantar que Ellen passou a pensar mil vezes antes de querer roubar o príncipe encantado de alguém!

(Imagem ilustrativa – essa é outra noiva desolada)